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Vamos lá, curuminzada nerd! Chegou a vez de dissecar Riddick 3.

Nos primeiros minutos, o filme  cria altas expectativas, principalmente para os fãs do personagem. A história inicia logo após o final de A Batalha de Riddick e mostra o furyan traído e isolado em um planeta hostil. Sem recursos, ele precisa confiar em seus instintos “animalescos” para sobreviver e se vingar dos que o deixaram à deriva. Quase sem diálogos e tendo que sobreviver em um planeta aparentemente estéril após sofrer uma traição dos Necromongers, Riddick permanece o mesmo personagem, vigoroso e com grande habilidade de sobreviver em lugares inóspitos. Porém, depois de mais alguns minutos de filme, parece que estamos numa sessão de “vale a pena ver de novo” do primeiro filme da franquia: Eclipse Mortal.

Riddick 3: bastidores do filme.

Riddick 3: bastidores do filme.

O ponto positivo do filme e o cenário idealizado com criaturas que fazem muito sentido dentro da geografia e biologia local. Porém o que pode aparentemente salvar Riddick 3 é o enorme carisma de Vin Diesel que todos os fãs já conhecem, predominante na tela por grande parte da projeção.

Vin Diesel dando vida ao personagem.

Vin Diesel dando vida ao personagem.

Como nem tudo são “flores”, os inúmeros clichês e fracos efeitos especiais (por conta das dificuldades de investimentos financeiros de US$ 30 milhões) nem sempre convencem, resultando em alguns dos pontos negativos do filme. Riddick 3 acaba perdendo sua força e deixando brechas para uma indesejada continuação da franquia.