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Bom, não vou mentir: eu faço parte de uma comunidade seleta na Internet que é entusiasta do protocolo BitTorrent. Enfim, comecemos falando sobre a primeira parte de uma série de três artigos sobre as produções que eu estou ansiosíssimo para começar a assistir – e que por uma estranha coincidência foram vazados durante essa madrugada…

Situada em uma Washington 15 anos após os eventos da história original do longa, conhecemos Dash (com incrível atuação de Stark Sands), um dos 3 Pre-Cogs que faziam parte da falecida organização Pre-Crime. Rapaz sem habilidades sociais e com um objetivo: impedir que os crimes que ainda o atormentam possam acontecer. Além disso, ele também quer encontrar seu gêmeo, Arthur, que está desaparecido.

Nessa brincadeira, ele acaba conhecendo a Detetive Laura Vega (Meagan Good, a morena mais linda que eu vi hoje) e os dois partem em busca de impedir que um político e sua esposa sejam assassinados por um pombo venenoso! O mais interessante é que os possíveis assassinos são nada menos que os prováveis assassinos que um dia foram presos pela mesma tentativahow awsome is that?!

Ou seja, teremos um ótimo procedural, com ótimas histórias a serem contadas. As possibilidades de criação e desenvolvimento do enredo são absurdamente fantásticas. E com Spielberg como produtor executivo, eu acredito que será uma das melhores estreias desse ano. Eu assisti ao piloto e garanto: vale a pena. Você vai rir, se emocionar e até torcer para que Vega e Dash acabem juntos no final…

Os efeitos visuais não pecam e podem ser facilmente confundidos com os mesmos ótimos VFX presentes na versão de 2002, que já eram visionários à época. Conseguimos imergir no universo futurístico sem perder a verossimilhança com a nossa realidade. Sim, e isso é bom demais – chega de hovercars, o negócio amanhã é trem maglev-quebra-cabeça

Quem também merece destaque nesse piloto é Wilmer Valderrama na pele de Will Blake, o superior mochila que ganha reputação em cima de Vega. Ele ficou muito bom como alívio cômico. Humor esse que está presente em grande parte do episódio. Quem também aparece é o nosso querido Wally, com atuação original de Daniel Londoneu sabia que seria ele fazendo o mesmo papel, mas esqueci totalmente e gritei alto um palavrão na hora que ele abriu a porta todo paranoico. Fox, eu te amo.

A próxima parte dessa ReVisão falarei sobre a série de Lucifer Morninstar (that last name…), mais um possível tiro certeiro da Fox para essa temporada. Até lá!

Autor
Curumim Nerd desde o tempo que colecionava HQs do Spawn e carrinhos da Hot Wheels. Hoje joga Dota 2 e CS mais do que o normal e faz TCC sobre e-Sports. Viciado em suco de muruci e tapeberebá.